quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

NA WEB - ACESSO A INTERNET (PNBL) - BANDA LARGA COM PREÇO JUSTO E ACCESSÍVEL



O custo do acesso à Internet no Brasil é muito alto. A qualidade dos erviços oferecidos ainda é ruim. O respito das operadoras e provedores com o consumidor deixa muito a desejar. Universalizar esse acesso, é democratizar a informação e dar um importante passo no sentido de melhor preparar o país para avançar no campo da ciência e tecnologia. O Plano Nacional de Banda Larga é uma necessidade.

SAIBA COMO FOI A REUNIÃO SOBRE O TEMA ENTRE GOVERNO E PROVEDORES

Brasília, 11.01.2011 – O Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, reuniu-se nesta terça-feira com representantes de provedores para conhecer os obstáculos ao programa do governo de massificar o uso de banda larga no país. As principais questões apresentadas pelas entidades estão a dificuldade dos pequenos provedores em obter financiamento por causa da necessidade de garantias, a alta carga tributária e o preço elevado da conexão no atacado.

O Ministro solicitou aos participantes que produzam uma planilha detalhando os custos de toda a cadeia até chegar ao usuário final da banda larga. Segundo Bernardo, o “governo não pretende fazer filantropia com os provedores de internet” porque o objetivo final é expandir a oferta de banda larga no país a um custo acessível à população da chamada classe C. “Não queremos dar tratamento especial a nenhum segmento, mas entender os problemas e superar os entraves porque o objetivo da encomenda é chegar ao maior número possível de usuários no Brasil, mesmo naqueles pequenos municípios”.

Bernardo acenou com a possibilidade de utilizar o Fundo Garantidor de Investimentos para que os pequenos provedores possam participar do Programa do governo por meio do cartão BNDES e assim conseguir financiamento, uma das principais dificuldades apontadas.

Outro ponto destacado pelos representantes dos pequenos provedores foi o custo diferenciado do aluguel de postes da rede de energia para levar a internet até os usuários finais. Segundo eles, este custo varia de R$ 2 a R$ 9 reais pelo mesmo serviço.

Os representantes dos provedores também apresentaram como dificuldade de acesso à internet o preço do atacado definido pela Telebrás. Segundo eles, a estatal fixou o valor de R$ 230 o link do atacado, para velocidade de 1 megabit por segundo, considerado alto para o objetivo do Plano Nacional de Banda Larga.

Bernardo disse que todos os itens que compõem os custos para o uso intensivo da internet no Brasil serão considerados e todos os segmentos serão ouvidos mas definiu o mês de maio deste ano para uma conclusão do diagnóstico e colocar em prática a meta de levar internet rápida a preços populares ao maior número possível de municípios. Segundo o Ministro, “não vamos ficar discutindo isso indefinidamente. A determinação da Presidente é para arregaçar as mangas em cima de todas as questões que atrapalham a implantação do Programa Nacional de Banda Larga”.

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